Literatura Infantil

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Fotos: Livraria da Vila- Loja Lorena

Agradeço a todos pais e crianças presentes na Contação de História de ontem (17/02). Agradeço aos pais que participaram das brincadeiras junto com seus filhos nas histórias contadas.









Imagem: Arquivo Foto Pessoal

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Sorteio dos livros: Eu acredito no Amor/ Metáforas




Olá queridos leitores do Blog Literatura Infantil quero agradecer a participação de todos no sorteio dos livros : "Eu acredito no amor / Metáforas- Aldirene Máximo


 A autora do livro escolheu  as respostas dos leitores Juliano e Betonicou.
Parabéns aos sorteados, estarei entrando em contato para enviar os livros via -correio.






Pergunta: Porque você acredita no Amor?

Eu acredito no amor, por que ele cura as cicatrizes- Juliano
Eu acredito no amor porque a vida pede algo que nos faça ver e tocar as estrelas.-Betonicou


Imagem: Arquivo foto Pessoal e blog- Literatura Infantil- Rute Beserra

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Sorteio dos Livros da escritora de poesia Aldirene Maxímo- Metáforas- Eu acredito no amor


Que tal ganhar um dos livros da escritora de poesias Aldirene Máximo ''Metáforas''. '' Eu acredito no Amor''-EDITORA:Scortecci
É bem simples. Complete a frase:
Eu acredito no amor porque....
Envie sua frase no comentário abaixo
Envie seu e-mail para o meu e-mail, para que eu possa entrar em contato caso você seja o (a) escolhido (a) da frase- rutesb@gmail.com
Enviarei a escritora para que escolha a melhor resposta.
O sorteio será em fevereiro dia 13/02/18.
Bora participar?
OBS: Duas pessoas serão sorteadas

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Entrevista com a escritora de poesias-Aldirene Maxímo

Literatura Infantil: Em primeiro lugar quero agradecer a você por ter concedido a entrevista para o blog.
Em segundo lugar é sempre um prazer, como contadora de história conhecer novos autores de poesia e contadores de história

Autora: Agradeço o carinho em apoiar o meu trabalho.

Literatura Infantil:Como surgiu a ideia de escrever seu primeiro e segundo livro?

Autora: O primeiro livro é um projeto que surgiu durante a adolescência.  Aos 12 anos eu participei de um concurso literário na biblioteca da escola. Fiquei em primeiro lugar. Desde esse dia descobri a minha habilidade com a poesia e não parei de escrever. Estudei Letras e busquei aperfeiçoar o meu dom. O mais difícil na verdade foi selecionar os textos para o primeiro projeto pois tenho muitos textos escritos. Tentei deixar mais romântico, por isso o nome: “Eu acredito no Amor!” Os textos escolhidos foram escritos em sua maioria durante a minha adolescência. 
Depois que criei coragem para publicar o primeiro trabalho e vi que teve uma boa aceitação do público, senti que esta era a minha missão e descobri o quão feliz me sinto quando escrevo.
O segundo livro, “Metáforas”,  foi a partir de algumas experiências que tive através  do lançamento do primeiro. Algumas emoções vividas. São textos mais voltados ao autoconhecimento.
Confesso que já tenho mais dois livros prontos. Um de poesias que  fala de amizade e um de crônicas que relata algumas lembranças da minha vida estudantil.  Agora estou trabalhando em um novo projeto, um novo livro de poesias, cuja temática é a gratidão.  Afinal, sou grata a Deus por ter me dado este lindo dom.


Literatura Infantil: Como foi a escolha dos títulos dos livros?
Autora: “Eu acredito no Amor!” já teve vários  nomes até ser oficialmente registrado. O amor em sua essência, pra mim, representa Deus. Quando eu digo que acredito no Amor, é uma forma de dizer o quanto sou grata a Deus por ser tão presente em minha vida.

Literatura Infantil: Quais poetas inspiraram você escrever?
Autora: Quando criança li o poema “Leilão de jardim” da Cecília Meireles e me apaixonei. Uma professora uma vez me disse que meus textos seguem o mesmo estilo dela. E eu ri pois é mágico isso. Também sou muito fã da Clarice Lispector. A maneira como ela se aprofunda na alma humana me inspira a fazer “deliciosos mergulhos” e explorar o que há de mais intenso em mim até conseguir escrever uma poesia.



Literatura Infantil: No Brasil sabemos que a leitura não é hábito da população geral. Quantos livros em
média você lê por mês?
Autora: Hoje tenho me dedicado mais à escrita pois tenho participado de algumas antologias e também respondido várias entrevistas para blogs. Rsrs. Durante a adolescência, eu frequentava a biblioteca da escola e lia 2 livros por dia. Na média 40 livros por mês. Lembro que nessa época li a coleção de Monteiro Lobato em pouco tempo e me apaixonei. Durante o curso de Letras precisei ler muitos livros técnicos e apartir desse novo conhecimento agregado eu aprendi a ler de outra forma. Hoje leio menos livros. Mas, quando os leio procuro ler as linhas e entrelinhas. Dependendo do tipo de livro, consigo ler  em dois dias. Aprendi com um professor de literatura que literatura boa precisa ser “degustada” e é bem isso. Rsrs.
Pra ser sincera, tento ler pelo menos 2 livros por mês.

Literatura Infantil: Você tem planos de seguir carreira de escritora?
Autora:Sim. Desde os 12 anos eu me vejo assim. É muito gostoso autografar livros e gratificante ver os olhinhos dos leitores brilhando ao se apaixonarem e se identificarem com algum texto meu. Poesia é vida! É o ar que eu respiro.

Literatura Infantil: Uma escritora(o) deve  manter para sempre seus valores ou pode mudar de opinião, já que ele(a) viaja nas escritas?
Autora: Depende. Eu me identifico mais com a poesia. Poesia nos dá essa liberdade para  viajar em nossas emoções. De qualquer forma, procuro sentir e depois transmitir o que senti para que fique algo mais real. Supondo que um dia eu consiga escrever um romance precisarei fazer pesquisas para saber o que agrada o público, mesmo acreditando que eu precisarei sentir a história antes de escrevê-la.

Literatura Infantil:Qual o papel da leitura para a criança, no que diz respeito a compreensão do mundo a qual ela precisa lidar?

Autora:Conheço muitos livros infantis. Também tenho um escrito, o qual pretendo ilustrar e publicar ano que vem. Literatura infantil é algo mágico. Há os livros que procuram ensinar valores e há os que servem para entretenimento. Gosto dos dois. Mas, sempre que tenho a oportunidade, indico os que ensinam valores. Há muitos livros bons no mercado. Como narradora de histórias que também  sou, acredito que histórias precisam ser compartilhadas pois elas têm um poder muito grande.  Quando esta prática é inserida na primeira infância, a criança só tem a ganhar, pois além dela se tornar um adulto reflexivo e persuasivo, não tem como perder a magia e a capacidade de sonhar. Sem contar que esta prática cria um laço entre pais e filhos e voltando ao título do meu primeiro livro: “Eu acredito no Amor!”, amar é isso: doar o seu melhor para alguém. Lindo presentear com poesias e com histórias. Adultos e crianças se encantam.



Literatura Infantil- Você pretende escrever um livro de Literatura infantil?

Autora:Eu tenho um livro de poesias infantis que pretendo ilustrar. Tentarei publicar em 2019.

Literatura Infantil: A critica  literária ajuda ou atrapalha?
Autora: Quando é feita por quem realmente entende do assunto, acredito que ajuda. Pois incentiva o autor e o narrador de histórias a se aperfeiçoar e melhorar o discurso e a prática. Infelizmente há quem julgue sem saber o trabalho que temos quando pesquisamos temas para nossas histórias escritas e narradas. Como todo profissional, escritores e narradores de histórias quando se comprometem a fazer o melhor,  buscam embasamento teórico para que seus trabalhos atinjam a perfeição e a satisfação do público.
 Literatura: Que influência a internet exerce em sua vida?
Autora:Uso para pesquisar. Participo de alguns grupos de literatura onde autores divulgam os seus trabalhos. Gosto de ler e me encantar com belos escritos que ali são compartilhados. Muitos me inspiram a não desistir de escrever pois infelizmente autores nacionais não são valorizados. Principalmente os que estão iniciando suas carreiras. Costumo compartilhar com meus amigos os textos dos colegas quando me identifico. Isso faz muito bem à alma de quem lê. Também utilizo na medida do possível para divulgar um pouco do meu trabalho. Poemas, resenhas, eventos, entrevistas e tudo o que estiver relacionado à  literatura.

Literatura Infantil:Como os leitores podem conhecer seu trabalho?
Autora:Tenho uma página oficial no Facebook onde divulgo poemas, entrevistas, resenhas, eventos que participo. Segue o link:

https://www.facebook.com/Escritora-Aldirene-Máximo-316951448745863/

Literatura Infantil. Qual pergunta que você gostaria que  eu lhe tivesse feito e não fiz?
Autora:”Literatura é....?” Eu responderia: “Vida!”

Literatura Infantil: Agradeço seu  tempo e dispoinibilidade para  responder as perguntas, quais  são as últimas palavras para  encerrar essa entrevista?

Aos pais: leiam para as crianças!
Às crianças: não percam a capacidade de sonhar!
Aos escritores: não desitam dos seus sonhos!
Aos leitores: leiam meus livros e se apaixonem!
Aos narradores de histórias: parabéns por nos fazerem sonhar!
A você: obrigada pelo carinho e pela entrevista!
Aos meus fãs: sem vocês, meus sonhos não seriam possíveis.
A Deus: obrigada pelo dom concedido. Sinto-me privilegiada! 

Imagem cedida pela escritora Aldirene Maxímo

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Entrevista com a escritora Aldirene Máximo

Olá amigos(as) blogueiros, tudo bem com vocês? Desejo a todos um maravilhoso 2018.

Começo  a primeira postagem do ano de 2018 com   entrevista da escritora Aldirene Máximo.
Estarei postando a entrevista dia 23/01/2018. Fiquem atentos!

Fonte da Imagem: Facebook

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Última Contação de História do ano de 2017








Sábado dia 16/12/2017, foi realizado a última Contação do ano na Escola de Educação Infantil
"Pequeno Aprendiz"
Agradeço a diretora Nanci e a professora Cleide pelo convite

Foto: Imagem arquivo Pessoal

domingo, 19 de novembro de 2017

Contação de História- Livraria da Vila- Lorena

















 Ontem  18/11/17. Contei história na Livraria da Vila- Lorena
Como convidado estava  o Violonista Matheus Peppi, que ajudou-me nas contações  com o seu violoncelo.

Obrigada Peppi, amei sua participação.  Agradeço a todos que estavam presentes.






Fotos: Arquivo Pessoal

domingo, 22 de outubro de 2017

Contação de história- Livraria da Vila-Moema


















Agradeço a todos pais  presentes na Contação de História desde domingo.
Obrigada as crianças que se interagiram em uma das histórias( O Grande Rabanete).






Foto : ARQUIVO PESSOAL

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Resenha do Livro - Júnior e os Biscoitos de Zumbis

Olá Queridos amigos recebi a missão de resenhar a história do Júnior e os biscoitos de Zumbis do escritor Fernando A. Pires. Olha que responsabilidade! O e-mail é de um dos adolescentes que participou do sorteio e entrevista aqui na Literatura Infantil( maio de 2014).
http://rute-rute.blogspot.com.br/2014/05/entrevista-fernando-pires.html
Vamos a resenha. Espero que gostem!




Resenha do livro:


Júnior e os Biscoitos de Zumbis
Fernando A. Pires
Júnior é um menino que gosta de brincar na porta de sua casa. Em um desses dias resolveu testar o seu skate novo em uma grande ladeira.

Ao descer a ladeira, observou vários cocôs de cachorro na rua, fez várias manobras, mas não conseguiu desviar do cocô, sujando seu skate. Ficou chateado, seu skate era novo. Encontrou seu amigo Pedro, que era super desligado, não percebendo que na roda do skate era cocô e não adesivo. Enquanto conversava sobre o skate, Pedro observou um senhor abrindo a porta de loja e chamou atenção de Junior. Muito curioso foi até a banca do senhor Valdemar. Pedro entrou na banca mexendo em  tudo. O que deixava Valdemar bravo. Pedro perguntava se havia chegando gibi dos mutantes zumbis. Sim havia chegado, porém Valdemar, não havia terminado de ler. Pedro não quis nem saber, pegou o dinheiro amassado do bolso e entregou ao Valdemar, dizendo se fosse ruim, venderia de novo. Júnior voltou para casa, onde morava com o seus pais. Depois de muitos alvejantes e desinfetantes o skate ficou limpo outra vez.
Júnior ia para escola em companhia de Pedro que tinha mania de contar as histórias dos gibis, antes que Júnior pudesse ler. No meio do caminho Júnior reparou que havia muitas baratas, pelo caminho, até visualizou uma barata piscando o olho. Ao chegar à escola a primeira aula era do professor Orlando a qual recentemente Júnior havia descoberto que os amigos o chamavam de múmia. Júnior comentou aos pais que estavam abrindo uma loja nova na rua e que poderia ser uma lanchonete.
Todo dia quando anoitecia, acabava a luz da cidade inteira, geralmente quando acontecia Júnior e Pedro estavam se equilibrando nos seus skates. Observaram que mesmo no escuro havia pessoas trabalhando na lojinha. No escuro Júnior viu um vulto cuspindo pela janela, que nojo! 
No café da manhã a mãe de Júnior ofereceu biscoito de gergelim, mas não comeu pensando no cuspe do homem da loja que estava abrindo. Júnior sempre se encontrava com Pedro e esse sempre contava sobre Mutantes e Zumbis. Ao sair da escola não encontrou Pedro, mas observou várias faixas, com dizeres de cachorro desaparecidos, estava tão disperso que nem percebeu quando esbarrou em uma menina, derrubando suas compras. Júnior , ajudou a menina pegar as laranjas e pediu desculpas pelo acontecido.
Em um dos cafés da manhã percebeu que o pai, se comportava como zumbis, perguntou ao Pedro, se os seres humanos, poderiam virar zumbis. Pedro fez uma difícil expressão de descrever um zumbi, não ajudando muito.
Júnior e Pedro fizeram uma experiência com o Valdemar, conseguiram arrancar os óculos dele e com um espelho refletido ao sol, teve os olhos inchados atingidos pelo raio de sol. Valdemar, ficou bravo com os meninos, xingando.
Júnior conseguiu explicar que era experiência da escola e saíram correndo.
Júnior disse ao Pedro, que Valdemar, estava parecendo Zumbi, Pedro chamou sua atenção, dizendo que Gibi é uma coisa...
Júnior resolveu perguntar para  japonesa doida  a Tieko  que conhecia todas as pessoas do bairro  se sabia quem era o dono da nova loja.  Tieko respondeu que sabia pouca coisa. Júnior comunicou ao seu amigo que gostaria de entrar na loja, para saber o que tinha lá dentro, achava que o seu pai havia quase virado um Zumbi. Aproveitou a distração do velhinho e entrou na loja ficando escondido. Quando percebeu que o Sr. Chan o dono da loja Lin. Lin. trancou a porta pelo lado de fora. Júnior começou a se aventurar dentro da loja, e entrou em uma cozinha com cara de laboratório. Contornou a mesa e visualizou gavetas de congeladores com adesivos de vários tipos de raças de cachorro, abrindo uma porta, viu carne crua dentro de sacos plásticos congelados, um aquário com peixes e uma impressora bem grande.
Júnior chamou Pedro para sua casa, precisava contar o que tinha visto. Pegou o laptop de seu pai que continuava com os olhos esbugalhados e voz mole zumbizando. Começou a pesquisar sobre o que tinha visto. O vaso onde Sr. Chan cuspia, como seu Chan vendia massa de pastel deduziu que o pastel era de carne de cachorro, e ração de carne de cachorro para os peixes.
O pai de Júnior continuava sonolento, apático, não falando coisa com coisa, deixando o garoto preocupado. Contou ao Pedro sobre o pai passar manteiga no guardanapo em vez do pão. Achando que o pai estava com a gripe aquática.
Júnior resolveu ligar para policia, para denunciar sobre a carne de cachorro congelada, quando viu que Kin (era o nome da menina a qual havia esbarrado e derrubado suas laranjas), entrando na Loja de Lin, Lin. Júnior resolveu entrar na nova loja, sua reação foi de proteger sua  a cabeça , vai que alguém gospe em sua cabeça. A menina estava entretida com o seu suco. A menina logo perguntou a ele se ele lembrava dela, ele disse que sim, pedindo desculpas pelas laranjas. Logo apareceu um prato de comida na frente de Júnior cortesia da casa. Júnior saiu correndo. Pedro viu Júnior acenar e pensou que fosse o sinal para ligar a policia. E começou a discar, mas logo Junior chamou sua atenção e disse que não era para ligar mais.
Ao chegar em casa ouviu sua mãe dizer ao pai que os comprimidos que ele estava tomando foi suspenso. Puxa então era por isso que o pai de Júnior estava paradão , lacônico. Então seu pai não era zumbi... Eba!!! Júnior desceu pensando em muitas coisas, quando percebeu estava na soleira da Lin Lin. Ao entrar na loja viu a kin que era neta do Sr. Chan que mostrou a ele como era feito os biscoitos. Mostrou a ele a geladeira, com a o adesivo de cachorro e disse a ele que colou na porta da geladeira, para ficar olhando enquanto fazia os biscoitos.  Mostrou o vaso que era uma cuspideira, porque seria nojento cuspir no chão. Júnior pensou como fui bobo em pensar tantas coisas idiotas.   Os dias seguiam normais, Júnior apresentou Kin ao Pedro e eles passavam a tarde brincando com o seus cachorrinhos antes do apagão.
O laboratório Zipers anunciou que a vacina definitiva para gripe aquática estava em teste final, todos suspiraram felizes.
Agora o que faltava resolver era o sumiço dos cachorros, Júnior chamou seu amigo Pedro e foi até Peixina, lá visualizou vários cachorros que serviam de cobaia para teste da vacina.
Esses cachorros eram devolvidos aos seus donos. No dia seguinte foram falar ao Valdemar, para pedir a ele para ir ao prêmio da Peixina, mas Valdemar não foi sorteado.
Kin foi sorteada para ganhar o premio.  Júnior contou  a ela que a Peixina junto com o Laboratório Zipers inventou essa gripe aquática, e estavam testando vacinas para ficarem ricos, os cachorros são pegos como cobaia, testam a vacina e depois devolvem aos donos.
Kin mostrou seu formulário na portaria e disse que Júnior era seu irmão que estava acompanhando. E os dois entraram. A fabrica fica no terreno bem  grande e era formada por muitos galpões. Os ganhadores subiram e  quem era acompanhante esperavam  no andar de baixo.
Júnior foi se afastando e observou seguranças, um funcionário saindo de avental do laboratório.  Assim que o segurança distraiu-se ele entrou no laboratório. Entre mesas e as grades, separando uma das outras estavam várias prateleiras com caixas e mais caixas de vidro. Júnior começou procurar Pingo o cachorro de Kin que também havia desaparecido.
Atrás da estante observou o Dr. Campidóglio, reclamando que era absurdo a empresa dele já estava há muito tempo no mercado  e porque haveria problemas de  apagões. Foram todos para o incinerador, Pedro foi atrás. Um dos técnicos entrou em contato com o central de energia da cidade pedindo para ligar, um grande estrondo foi ouvido e não houve  o bloqueio da energia. Mas o incinerador, não havia ligado.
Ouviram um barulho vindo do incinerador era um cachorro, se assustaram porque eles não tinham cachorros como cobaia. Pedro não esperou mais, saiu de trás das prateleiras, passou deslizante com o skate pegou o cãozinho desviando rapidamente de todos. Kin ficou muito feliz quando visualizou seu cachorrinho.
A noite Júnior ouviu pela televisão que a gripe aquática era totalmente inofensiva para os humanos e que os casos registrados eram de gripe comum. Júnior achou essa história totalmente boba. Não explicava nada era falsa.
Júnior recebeu uma noticia muito triste seu Luis havia falecido. Seu Luis era um senhor a qual Júnior ajudava, atravessar a rua. Eram grandes amigos de longas conversas .Júnior foi ao velório do seu Luis, e gostaria muito que o seu Luis     levantasse do caixão, antes que  Júnior fosse embora  a filha do seu Luis deu a ele uma armação de bambu, presente do  seu pai.
No domingo quando os três amigos se encontraram, Júnior, Kin e Pedro. Júnior mostrou  a eles seu presente . Colocaram o nome da pipa de Belê. Resolveram ir ao terreno de caminhão abandonado,  ao chegar lá. Visualizaram um caminhão antigo passar em grande velocidade por eles, seguido por outro caminhão com milhares de lâmpadas acessas. As crianças fugiram assustadas, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, tropeçando em baratas, cocô de cachorros e baratas mortas pelo caminho.
FIM
                                                                      
Obs: Marcelo e  Júnior, espero que tenham gostado da Resenha. Beijinhos

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